O Parque de Pituaçu, é a maior reserva ecológica dentro do perímetro urbano de Salvador

O Parque de Pituaçu, criado em 1973, pelo governador Roberto Santos, pelo Decreto Estadual nº. 23.666 de 04/09/73, com 660 hectares, para proteção do manancial hídrico, preservação da natureza e realização de atividades científicas, educativas e recreativas, é a maior reserva ecológica dentro do perímetro urbano de Salvador. Hoje, conta com apenas 425 hectares , um cinturão de Mata Atlântica, com uma grande variedade de árvores frutíferas, dendezeiros e palmeiras diversas e abriga a repressa de Pituaçu construída por Teodoro Sampaio em 1906 para abastecimento da cidade no governo de Gomes Carneiro da Rocha.
Grande parte da área é representada pelos mananciais da represa de Pituaçu, barrando as águas do rio do mesmo nome e de seus pequenos afluentes. A altitude da área é variada, situando-se os pontos mais elevados nas cotas 45m a 50m e os mais baixos, em torno de 5m acima do nível do mar. A represa de Pituaçu se assemelha a um trevo de 4 folhas, circundada por uma topografia de pequenas colinas, característica de Salvador com vista para o mar aberto. Solo, vegetação e lagoa, já foram, de certa forma, descaraterizadas de sua forma primitiva, devidos a sucessivos desmatamentos, queimadas, lavouras e capoeiras. Os remanescentes da Mata Atlântica ombrófila densa e ecossistemas associados como manguezais, restingas, brejos são as formações vegetais que ocorrem nesta região, e o Parque de Pituaçu representa um fragmento deste ecossistema.
Com o papel dado ao Parque, frente ao contexto urbano em que está inserido, foi de dotar a região metropolitana de Salvador de uma área destinada a atender ao lazer, com uma ciclovia de 18 quilômetros, um playground com equipamentos de lazer para a criançada , um píer com pedalinhos e uma área de 55 hectares com um centro comercial, quiosques de água de coco e acarajé e módulos compostos de lanchonetes, sorveteria, restaurante e bar. Tudo isso aliado a sistemas de sinalização e iluminação adequados. No local também está situado o Espaço Cravo, um museu a céu aberto que conta com um acervo de 800 peças e outras 200 cedidas ao Estado da Bahia pelo próprio artista plástico Mário Cravo, as quais constituem-se de totens vegetais, objetos alados e tridimensionais, desenhos, pinturas, projetos arquitetônicos e produção em multimídia.

Mas a chave da questão tem sido encontrar um ponto de equilíbrio entre as alternativas de lazer que o parque é capaz de proporcionar à população e sua preservação, restauro e utilização racional dos recursos naturais; priorizar o uso ecologicamente sustentado dos recursos naturais, visando a satisfação das necessidades básicas, presentes e futuras, com a máxima participação das comunidades residentes e próximas ao parque.

Trabalho voluntário em Sete de Abril

O abrigo São Geraldo, localizado em Sete de Abril, funciona como uma espécie de lar substituto, oferecendo às crianças e aos jovens moradias chamadas de casa lar. No terreno do abrigo existem quatro casas que abrigam no máximo 10 crianças por unidade, cada uma com uma sala, dois ou três quartos, dois ou três banheiros e uma cozinha. Cada casa é administrada por duas educadoras.

Durante o dia as crianças freqüentam escolas, quase todas particulares, financiadas pela instituição, no turno oposto praticam atividades esportivas e culturais nas áreas de lazer existentes no abrigo.  O Instituto São Geraldo possui nove voluntários, não apenas de fora, mas há pessoas que cresceram na instituição e permanecem trabalhando pela causa, a solidariedade.

É o caso de Joel Souza vindo de Guarulhos (SP) para o lar São Geraldo aos 11 anos. Hoje, com 30 anos, é vice-diretor do instituto e considera importante a continuação do trabalho voluntário.

Outro exemplo de trabalho solidário é da Irmã Maurina Andrade, membro da Congregação Irmãs Medianeiras da Paz, que em 1988 veio de Jequié para Salvador para trabalhar em uma creche que não funcionou. Logo após, foi convidada a trabalhar no Instituto São Geraldo. “É muito importante poder se doar para ajudar os outros” disse Irmã Maurina, que trabalha na administração da instituição e a noite assume a responsabilidade da casa lar.

Feira da Primavera – Reciclagem para o futuro

Na 10ª Feira da Primavera, o stand representado pela SESP – Secretária de Serviço Público, teve como tema a reciclagem, expondo produtos, como mesas de papel, puffs de pneus, luminárias cujo a matéria prima é extraída da bananeira, arranjos e plantas de papel. Apesar de se ter uma produção de produtos reciclados, não há vendagem, são produzidos apenas para decoração da própria prefeitura, como coloca o estagiário Adalto Silva em entrevista.

Os visitantes do stand tiveram uma oficina sobre como reciclar materiais como garrafas pet, tampas de detergente, barbantes, papeis usados, entre outros, fazendo diversos produtos, que variavam de brinquedos a arranjos para mesa. A uma grande importância na reciclagem destes produtos, por sua questão ambiental.Veja o tempo de decomposição dos materiais :

tabela.jpg
Fonte: Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo

Visitando o stand, a Professora de Ciências Naturais da UFBA – Universidade Federal da Bahia que coordena um projeto de reciclagem na Carlos Gomes, afirmou estar adorando a feira, principalmente por causa do stand, por levar os visitantes a se preocuparem com o meio ambiente, em seu 2º ano de exposição. Confira mais informações na entrevista.

 

 

Além do stand de reciclagem a 10ªFeira da Primavera apresentou diversas opções de entretenimentos e arte e cultura.

Banho de pipoca

 

Pipoca

Para muitos religiosos, seja católico ou do candomblé, o mês de agosto é muito importante, pois se comemora os festejos de São Lázaro(santo católico) e Obaluaê (candomblé). A comemoração para estes santos começam na primeira segunda-feira de agosto, onde são rezadas várias missas em celebração a estes santos. Na frente da igreja adeptos do candomblé dão banho de doburu nas pessoas.

No dia16 de agosto, o ritual começa muito cedo, uma festa profana ou festa de largo, como costumam dizer. Tudo se mistura. Da escada da igreja repleta de fiéis, pode-se ver mulheres e homens vestidos de branco e com balaios na cabeça para então começar o ritual. O público varia muito, de crianças a idosos, neste momento não existe diferença étnica.

As baianas exaustas, cochilam a beira de seus balaios, muitas se preparam espiritualmente antes de dar início aos banhos (alguns chegam no local às cinco da manhã) . Vai anoitecendo e a procissão de Azoani chega no cruzeiro de São Lázaro, fogos anunciam e a emoção toma conta de todos.Depois da chegada da procissão que sai do Pelourinho, os adeptos começam a se arumar para irem descansar, pois o dia para eles foi muito cansativo.

*imagem de  Adenor Gondim

É que é crônica

Final de semestre, vários alunos ficando loucos ou pelo menos quase todos. Trabalho para editar, laboratório com problemas, tudo dando errado, assim começou a segunda-feira de um grupo de estudantes do quinto semestre de jornalismo das Faculdades Jorge Amado. Depois de passarem por aperreações, o grupo foi para a praça de alimentação, antes claro, tiveram uma pequena discussão para decidir em que praça iria permanecer. Resolveram ficar na praça do prédio anexo da faculdade. Do nada alguém lembra que tem uma cônica de tema livre para entregar na quarta-feira, começa outra discussão.Imagine estudantes de jornalismo com dúvidas de como fazer uma crônica, seria um texto literário, um texto opinativo ou uma doença crônica afetando seus cérebros? Pergunta a um e a outro e ninguém tinha uma resposta concreta, em seguida um solta: “acho que é um texto literário, misturado com opinativo”, de repente um abre a mochila e tira um texto e diz: “lê aí que você vai saber o que é”, mas a definição ninguém deu. O considerado sabichão nem respondeu a tão curiosa pergunta.Como todo estudante fica logo estressado, (palavra da moda) porque não sabe e ninguém lembrou o que é crônica, ele vai pro lab, (forma reduzida de falar laboratório de informática) e tenta começar a pesquisa no site do google. Leva 20 minutos para conseguir um computador, depois mais 30 minutos para conseguir fazer o login, após se passar quase uma hora, ele já chamou por Deus, já chingou, saiu para fumar e se der ainda vai lanchar um cachorro quente de R$1. Enfim conseguiu logar, aí começa a prece para que a internet não demore tanto, lab cheio, pessoas gritando, falando que querem matar o professor, uma agonia que só. A página do site abre, e o estudante no seu minuto de felicidade coloca a palavra mágica CRÔNICA, abrem-se vários links e aparece crônica doença e crônica de texto, vem a dúvida, qual será que a professora vai querer? 

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.